O educar-se no campo: caneta, enxada e botânica camponesa

set. 1, 2018·
Matias Köhler
Matias Köhler
,
Estela Santos
,
Cristiane Giaretta
,
Gilmar Gomes
,
Sebastião Pinheiro
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URL DOI
Resumo
Neste artigo, apresentamos e discutimos experiências da execução do projeto “Troca de Saberes sobre Botânica Camponesa”, realizado durante 2014 no Assentamento Filhos de Sepé (Viamão, RS) com o grupo “Mulheres da Terra” e a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares. Uma característica importante do Grupo é o papel das mulheres. Mantenedoras de conhecimentos e práticas ancestrais. Elas se tornam ativas em todas as esferas da produção agrícola do assentamento. Ao longo de 12 encontros, vários temas relacionados com práticas agroecológicas com a vida camponesa foram abordados usando diferentes abordagens: teórica, prática e reflexiva. Baseado em pressupostos educacionais que valorizam o conhecimento popular, bem como a horizontalidade dos processos de ensino/aprendizagem, os encontros contribuíram para o reconhecimento e fortalecimento da identidade de resistência do grupo contra a agricultura globalizada atual. Da mesma forma, o progresso foi feito na construção da autonomia diante de técnicas e conhecimentos aplicados à produção agroecológica.
Tipo
Publicação
Revista Brasileira de Educação do Campo